As bibliotecas estão no Instagram and I think that’s beautiful

Hello, people!

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As bibliotecas vão dominar o Instagram. Fonte da imagem: Pixabay

Vocês já atualizaram os stories de vocês hoje? 😉 😀 Calma que eu não vou lá conferir. Essa pergunta é só porque a postagem de hoje é sobre bibliotecas e Instagram. Essa mídia social tem sido cada vez mais utilizada pelas bibliotecas e existem vários perfis que – seja pela criatividade das postagens, riqueza do acervo ou pela diversidade de programação da instituição que o mantém – vale a pena acompanhar. Então, vamos a sete deles! Continuar lendo

Dois dedos de prosa sobre ter um blog

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O bloguinho e eu acabamos de ganhar uma coroa de louros

Acessei o blog e me deparei com um “Parabéns!” do WordPress por ser usuária desta plataforma a meia década. Faz 5 anos que estou metida neste mundo de blogs produzindo conteúdo e muita água já rolou embaixo desta ponte. Já tive blog que não existe mais e já mudei radicalmente de opinião e de público alvo das postagens. Já até falei que nunca mais teria blog na vida, mas cá estamos nós. Continuar lendo

#Mestrado – E foi dada a largada!

Quem acompanha o Twitter do blog ficou sabendo que esta bibliotecária and blogueirinha que vos tecla agora também é mestranda. Uhul!!! #todoscomemoram Desde o final de fevereiro, sou aluna do Mestrado Profissional em Biblioteconomia, da Universidade Federal do Cariri (UFCA), na linha de pesquisa 2 – Produção, Comunicação e Uso da Informação.

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O que será que tem adiante? – Fonte: Pixabay

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#BiblioTermos – Desiderata

Desiderata é um termo do latim que significa “coisas desejadas”. Na área de Biblioteconomia é usado para designar uma “lista de livros e outros documentos desejados pela biblioteca para possível aquisição.” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p. 120). Weitzel (2012) afunila um pouco mais essa definição ao considerar a desiderata como uma lista de itens que foram aprovados para incorporação ao acervo por cumprirem os critérios estabelecidos previamente pela biblioteca. Continuar lendo

#News – Estamos aqui para inspirar

A postagem de hoje é especial porque vim partilhar com vocês uma atividade desenvolvida por uma colega de UFC, a Nadsa Cid.

Ela é a idealizadora e organizadora de uma exposição que está acontecendo na Biblioteca Rui Simões de Menezes, localizada no Instituto de Ciências do Mar (Labomar). Com o nome “Em março, a Biblioteca indica o gênio criativo #leiamulheres”, essa exposição busca destacar e divulgar para a comunidade acadêmica as pesquisas desenvolvidas e os trabalhos escritos pelas pesquisadores e técnicas do Labomar. Continuar lendo

Livros & Girl Power no 8 de março

8 de março é Dia Internacional da Mulher e um bom jeito de passar esse dia é ler obras que mostram um pouco do quanto as mulheres são corajosas, inteligentes, criativas, sagazes, ou seja, ma-ra-vi-lho-sas. Se você não sabe por onde começar, elaborei uma lista com alguns títulos que mostram um pouquinho disso.

As cientistas: 50 mulheres que mudaram o mundo – Rachel Ignotofsky

Sabe aquela história de que “mulheres não são boas nas áreas de ciência e tecnologia”, “que a prática científica não é pra gente” e etc. que escutamos escuta por aí? Pois é… tudo mentira. Ao longo da história da humanidade inúmeras mulheres (e seriam muitas mais se tanta gente idiota não insistisse em atravancar nosso caminho) contribuíram de diversas maneiras para o desenvolvimento científico e são as trajetórias de 50 dessas mulheres que esse livro aborda. Continuar lendo

#BiblioTermos – Literatura Cinzenta

A literatura cinzenta também é chamada de gray/ grey literature, semi-published reports, shadow literature, underground literature e unpublished reports. A 4ª Conferência Internacional sobre Literatura Cinzenta (1999) define este tipo de literatura como sendo aquilo “[…] que é produzido em todos os níveis do governo, institutos, academias, empresas e indústria, em formato impresso e eletrônico, mas que não é controlado por editores científicos ou comerciais”. Continuar lendo

Bibelôs de Biblioteconomia

Bibelô. Substantivo masculino com três sílabas e seis letras cujo significado é “objeto ou adorno utilizado para enfeitar móveis”. Alguns dicionários acrescentam “objeto irrelevante e de pouco valor” a esta definição. Mas como valor é algo subjetivo, a postagem de hoje é sobre essas pequenas fofuras que todos/as temos e adoramos. Não adianta negar, meu bem. Na verdade, este post é sobre um tipo específico de bibelô: aquele que tem a Biblioteconomia como tema. Continuar lendo

#Resenha – Manual de Estudo de Usuários da Informação

CUNHA, Murilo Bastos da; AMARAL, Sueli Angelica do; DANTAS, Edmundo Brandão. Manual de estudo de usuários da informação. São Paulo: Atlas, 2015.

Na postagem de aniversário sobre Estudo de Usuários eu prometi resenhar o livro Manual de Estudo de Usuários da Informação. E como neste blog resenha prometida é resenha feita, eis a postagem de hoje.

O Manual de Estudo de Usuários da Informação é uma das publicações brasileiras mais recentes sobre o tema estudo de usuários. Na verdade, ele é o primeiro manual, escrito no Brasil, a abordar de maneira tão ampla essa temática. O livro é dividido em duas partes sendo a primeira dedicada aos aspectos históricos e teóricos sobre estudos de usuários e a segunda tem foco no uso desses estudos para o planejamento das ações de unidades de informação. Continuar lendo

Tem newsletter para você

Eu sou uma entusiasta da Web e das mídias sociais, pois acredito que esses recursos oferecem muitas novas (ou não tão novas assim) possibilidades para as bibliotecas e bibliotecários/as. Mas eu também sou a pessoa que não tem mais WhatsApp e que ficou mais de um ano ininterrupto sem Facebook.

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Você tem uma nova mensagem. Fonte: Adaptado de Pixabay.

Nesse período acabei me aproximando de recursos informacionais que eu não utilizava tanto. Foi uma experiência bem interessante e enriquecedora porque se eu quisesse me manter atualizada, independente de ser uma atualização sobre Biblioteconomia ou outros assuntos, eu não podia mais contar com o feed do Facebook e muito menos com os grupos de WhatsApp.

Acabei incorporando alguns recursos a minha rotina de consumo informacional e o que mais passei a utilizar foram as newsletters. Para quem não conhece, a newsletter é um tipo de e-mail informativo enviado com certa regularidade. Essa é uma ferramenta muito usada para enviar propaganda, mas nos últimos 3 ou 4 anos cresceu o número de pessoas e instituições que a utilizam para compartilhar os mais variados tipos de assuntos. Continuar lendo