Duas opções para trocar livros

O que vocês fazem com os livros que já leram?

Eu, vez por outra, troco os meus livros por outros. Existem vários caminhos para fazer isso, mas hoje vou falar de duas plataformas que já utilizei e com as quais tive boas experiências.

Skoob Plus

O Skoob é uma mídia social voltada para leitoras(es) que, dentre outras coisas, oferece um canal para viabilizar a troca de livros entre usuárias(os). Para conseguir trocar livros pela plataforma é preciso atualizar gratuitamente seu perfil para o Skoob Plus.

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Coleção Bibliofilia: notas de leitura

Adquiri os livros na Coleção Bibliofilia durante a III Feira do Livro da Unesp. A princípio ia comprar apenas uma das obras, pois o comentário de um colega bibliotecário – do Jorge do Prado, mais especificamente – havia me deixado curiosa sobre o livro A sabedoria do bibliotecário. Mas sabe como é feira do livro, você chega na banca (virtual) da editora para comprar uma coisa e quando pisca já está com o carrinho cheio. Foi justo isso que aconteceu nesse caso.

Descrição: Fotografia colorida exibindo as capas dos livros da Coleção Bibliofilia. As capas possuem como plano de fundo sequências de seus respectivos títulos e autores. Há desenhos abstratos por cima desse plano de fundo. Fonte da imagem: Edições Sesc.
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7 livros de escritoras cearenses para comemorar o 7 de janeiro lendo

Dia 7 de janeiro é Dia do(a) Leitor(a) e para comemorar a data listei 7 livros de escritoras cearenses para você conhecer.

Imagem com capas das sete obras indicadas na postagem.

Andira, de Rachel de Queiroz (Literatura Infantil)

Amo esse livro! Nele, Rachel de Queiroz conta a história de Andira, uma andorinha que, após ser abandonada, é criada por uma família de morcegos. Essa é uma bela história sobre família e sobre a busca e construção do nosso lugar no mundo. Li quando era criança (peguei na biblioteca) e carrego a história comigo até hoje.

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#Resenha – Bibliotecas públicas, bibliotecários e censura na Era Vargas e Regime Militar

Hoje, 7 de janeiro, é dia do/a leitor/a. E essa, sem sombra de dúvidas, é uma data importante para quem faz parte (e quer que cada vez mais pessoas façam parte) do universo do livro e da leitura.

Esse universo da leitura, para se caracterizar enquanto tal, precisa ser diverso nas obras literárias e artísticas que abriga. Para manter essa diversidade, vez por outra, bibliotecárias precisam encarar um obstáculo chamado: censura. E é sobre essa relação entre bibliotecas – bibliotecárias/os – censura que obra aqui resenhada trata.

vendados

#PraCegoVer: Fotografia preto e branco da cabeça de uma mulher de perfil. Ela está vendada.

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Escrevivências de mulheres negras

No dia 8 de março rolou aqui no blog a postagem Livros & Girl Power onde listei algumas obras que ajudam a mostrar que “coisa de menina” é ser o que ela quiser. Além disso, vez por outra, uso esse espacinho para falar sobre a importância e a necessidade de lermos (mais) mulheres. E hoje vai ser mais um dia em que venho aqui com o objetivo de espalhar essas palavras: Leiam Mulheres!!!

Fotografia em preto e branco das ondas do mar se chocando contra rochedos.

#PraCegoVer: Fotografia em preto e branco das ondas do mar se chocando contra rochedos. Na parte superior da imagem lê-se a frase, da escritora Octavia Butler, “Todas as lutas são, essencialmente, lutas sobre poder.” Fonte: Imagem adaptada por Izabel Lima.

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