Duas opções para trocar livros

O que vocês fazem com os livros que já leram?

Eu, vez por outra, troco os meus livros por outros. Existem vários caminhos para fazer isso, mas hoje vou falar de duas plataformas que já utilizei e com as quais tive boas experiências.

Skoob Plus

O Skoob é uma mídia social voltada para leitoras(es) que, dentre outras coisas, oferece um canal para viabilizar a troca de livros entre usuárias(os). Para conseguir trocar livros pela plataforma é preciso atualizar gratuitamente seu perfil para o Skoob Plus.

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Por que ainda mantenho um blog?

Dia 31 de agosto é Dia Internacional do Blog. Reza a lenda que essa comemoração informal acontece nesse dia porque a grafia dessa data em algarismos arábicos (31/08) se assemelha a palavra Blog. Se é verdade ou não eu não faço ideia, mas esse é o tipo de nerdice que eu gosto.

Descrição da imagem: Quatro balões de diálogo alinhados e levemente sobrepostos. Cada um deles é de uma cor e em cada um há uma das letras da palavras blog. Fonte da imagem: Pixabay
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Como fui de 2047 para 2007 seguidores no Instagram em uma tarde: faça você também isso no seu perfil

O título dessa postagem não é irônico. É só uma síntese – que me causa risos, mas que, provavelmente, irrita outras pessoas – do que tem norteado minha relação com as mídias sociais nos últimos tempos. Como toda síntese, ela é superficial, mas por ora vamos usá-la como base para as reflexões deste texto.

Eu produzo conteúdo porque quero me comunicar com as pessoas. Porque, assim como aprendo com projetos e materiais produzidos e/ou compartilhados por colegas, quero partilhar um pouco do que sei, penso, imagino, sinto e vivo. Produzo conteúdo porque estando eu nas margens, cavar meus próprios lugares para falar é indispensável. Produzo conteúdo porque, como diz namô, minha cabeça não para. Ou seja, como boa parte dos produtores, produzo conteúdo por motivos nobres, pero no mucho.

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Podcasts sobre Biblioteconomia

Estou me tornando a lôca dos podcasts. Tem, pelo menos, 10 podcasts diferentes que estou me esforçando para acompanhar e uma lista mais ou menos do mesmo tamanho de podcasts que gostaria de acompanhar. E no meio dessas e de outras opções encontrei dois podcasts focados em questões bibliotecárias. \o/ \o/ \o/

Mas antes de qualquer coisa, aqui vai uma definição básica: “O podcast é como um programa de rádio, porém sua diferença e vantagem primordial é o conteúdo sob demanda. Você pode ouvir o que quiser, na hora que bem entender. Basta acessar e clicar no play ou baixar o episódio.” (MIRO, 2014, documento online).

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#PraCegoVer: Fotografia colorida. Em primeiro plano aprece um microfone. Ao fundo aparece um notebook ligado. A imagem está propositalmente desfocada e não é possível ver claramente o que é exibido na tela do computador. Fonte: Pixabay

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Refletindo sobre os termos de uso das mídias sociais

Olá, pessoas!

Vocês leem os termos de uso das mídias sociais (Facebook, Twitter, Instagram, etc.) quando vão criar o perfil numa delas? Ou só clicam no “Eu concordo” (I agree) e seguem em frente?

Nunca li um desses termos em sua totalidade. Tenho tentado minimizar esse problema acompanhando melhor o debate e as atualizações de políticas dessas mídias, mas estou beeeeeeem longe do ideal.

Vale lembrar que as políticas de uso não estão presentes só nas mídias sociais. Muitos sites também as possuem. Em 2012, pesquisas estimavam que se fôssemos ler as políticas de todos os sites que visitamos ao longo de um ano gastaríamos o equivalente a 25 dias inteiros. Se esse período fosse organizado em horas trabalhadas – levando em conta um expediente de 8 horas diárias – seria o equivalente a 76 dias de trabalho. E essas estimativas são de cinco anos atrás. Continuar lendo