Museu da Escrita

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Silêncio! Monges copistas trabalhando. Foto: Izabel Lima

A postagem de hoje é uma pequena dica de visita para os apaixonados pela escrita e/ou curiosos de plantão: o Museu da Escrita Profª Maria Isaurita Gomes Morais.

O museu, idealizado pelo sr. José Luís, fica localizado na Rua Dr. Walder Studart, 56, bairro Dionísio Torres, Fortaleza – Ceará e funciona de segunda à sexta das 09h ás 13h e no período da tarde, mediante agendamento, das 14h às 17h. A entrada é R$ 20 e estudantes pagam meia. Eu sei que o horário é um pouco complicado, mas vale a pena mexer na agenda para encaixar a visita. Continuar lendo

Trocando livros no Skoob

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Corujinha leitora no pedaço! Fonte da imagem: Blog do Skoob

Recriei minha conta no Skoob – que é uma rede social voltada para leitores – alguns meses atrás e resolvi utilizar uma das funcionalidades mais interessantes oferecidas por essa mídia social:  a troca de livros entre seus usuários. Continuar lendo

Nem toda doação é um ato de amor

No ano passado escrevi um pouco sobre desapego em relação aos livros. A maior parte dos livros dos quais me desfiz acabou indo parar nas mãos de amigos e colegas de Biblioteconomia, mas alguns foram doados para bibliotecas.

Agora, se até eu que não tinha tantos livros assim já doei livros para bibliotecas, imagina quem acumula documentos nos mais diversos formatos durante anos e anos e anos? Muitas dessas pessoas um belo dia resolvem “organizar seus acervos” e separam pilhas de livros, revistas, xerox, gibis, blocos de anotações, vhs, dvd, panfletos, apostilas e manuais de microondas (sim, manuais de microondas) e resolvem que não precisam mais desses materiais. Continuar lendo

Mais um texto sobre a importância de continuar a nadar

Uma das qualidades que mais aprecio nas pessoas é a capacidade de saber quais são seus pontos fortes e fracos. Considero essa qualidade indispensável para ser um bom profissional, mas pouca gente tem a capacidade de fazer essa auto-avaliação de maneira sincera.

Se você sabe no que é bom pode investir nisso e usar essas competências como seu cartão de visitas. Provavelmente seus colegas vão associá-las a você, vão dizer que elas são a sua cara. Invista nelas! Torne-se cada vez melhor no que você já domina. Sério! Não tenha medo de ser referência e de dizer “sim, eu sou bom em determinado tema ou atividade”. Dito assim parece arrogância, né? Mas se você consegue fazer algo e faz esse algo bem, qual o problema em admitir isso? Continuar lendo

Não tenha medo de ser uma bibliotecária atrapalhada

Eu sou uma pessoa atrapalhada e óbvio que essa característica também se reflete na bibliotecária que sou, ou seja, sou uma bibliotecária atrapalhada.

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Como diria a Dory: “Continue a nadar, continue a nadar…” Fonte da imagem: Pixabay

Ser uma bibliotecária atrapalhada significa, dentre outras coisas, derrubar incontáveis vezes os bibliocantos – perturbando assim o sagrado silêncio da biblioteca – gaguejar horrores, não ter metade do glamour e seriedade que deveria ter e, ao bancar a cerimonialista de um evento, trocar o nome da própria oficina que irá ministrar. Pois bem, essa sou eu e sou culpada de todas essas coisas. Continuar lendo

Sites para estudar online

A graduação é etapa fundamental para a formação do bibliotecário. Entretanto, ela não é suficiente para que o profissional adquira uma série de conhecimentos e habilidades necessários a sua atuação. Além disso, o tempo passa, as coisas mudam e manter-se atualizado é fundamental.

Já que mais um ano está começando e provavelmente você já fez listas e mais listas com promessas de ano novo segue uma pequena relação com dicas, algumas você talvez até já conheça, de sites pra estudar online. Continuar lendo

#Resenha – Pedagogia da Autonomia

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 53. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016.

Nem só de livros de Biblioteconomia vive uma Estante de Bibliotecária…

Paulo Freire

Fotografia do Prof. Paulo Freire. Créditos da Imagem: Slobodan Dimitrov

Uma das melhores leituras que fiz esse ano foi a do livro Pedagogia da Autonomia, de autoria do professor Paulo Freire. Uma das primeiras coisas a me chamar atenção nessa obra foi a vitalidade da escrita de Paulo Freire. Seu texto é vivência e prosa da melhor qualidade.

A estruturação e o encadeamento das ideias e conceitos é fluído. A cada capítulo, por meio de uma escrita simples e limpa, o leitor vai sendo apresentado as ideias de Paulo Freire e tudo está exposto de uma maneira clara. Acredito que essa clareza surge, em parte, do fato do autor construir seu texto a partir da realidade por ele (por nós) observada e vivenciada. Os exemplos são inseridos nos pontos certos do texto e tudo é discutido e (re)discutido na medida exata. Continuar lendo

Mais um ano se passou…

Nota

O ano de 2016 tem sido cheio de altos e baixos pro Estante de Bibliotecária, mas, apesar dos pesares, o blog segue existindo e tentando ser útil para todos/as vocês que acompanham minhas postagens.

Obrigada pela companhia e contribuições sempre construtivas! ❤

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Hora de apagar as velinhas. Fonte: Pixabay

Até agora foram 70 postagens e essa que vos tecla viveu um monte de experiências novas e desafiadoras no trabalho e fora dele também. Teve assunto novo, novos seguidores e um monte de novas leituras e ideias que ajudaram o Estante de Bibliotecária a trilhar mais um ano de existência na blogosfera.

É ótimo está aqui com vocês e que venha mais um ano! 🙂

Processamento Técnico: recomendações de leitura

Processo Técnico é o “Conjunto de atividades às quais um documento é sucessivamente submetido até ser incluído no acervo e ser usado pelo público da biblioteca.” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p. 293). Na lista a seguir estão algumas obras que podem ajudar estudantes e profissionais que estão envolvidos com essas atividades.

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Existem muitas variáveis envolvidas no Processo Técnico. Fonte da imagem: Pixabay

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Andanças literárias em Manaus

Encerrei o mês de outubro em Manaus e aproveitei alguns locais muito charmosos dedicados aos livros.

O primeiro deles é a Biblioteca Pública Estadual do Amazonas que teve sua reforma concluída em 2013 depois de pressão do Movimento Abre Biblioteca. O prédio é lindo e, além do acervo e ilha digital, ele conta com exposições e visitas orientadas até as 17h. Perdi a visita orientada – o que me obrigará a voltar 😉 –  porque cheguei depois do horário da última, mas todas as dúvidas que tive foram respondidas pelos simpáticos funcionários. Não esqueçam de apreciar o lindo teto do primeiro andar. Fiquei apaixonada por ele! ❤

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Digam olá para o perfil do Gutenberg. Créditos da imagem: Izabel Lima

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