Se você olha para o Setor de Referência e pensa “será que isso aí é pra mim?”, então essa lista de conselhos é pra você.

E aí, concorda com a citação? Fonte: Adaptado de Pixabay
Se você olha para o Setor de Referência e pensa “será que isso aí é pra mim?”, então essa lista de conselhos é pra você.

E aí, concorda com a citação? Fonte: Adaptado de Pixabay

Medo de normalizar? A biblioteca pode te ajudar.
Talvez eu não devesse dizer isso em voz alta na internet porque os deuses sabem como isto aqui é terra inóspita, mas aqui vai: Eu ministro treinamentos de Normalização. Mais especificamente, treinamentos da famigerada ABNT.
Desde que entrei na referência, ministrar treinamentos – dentre eles, os da ABNT – é uma das atividades que realizo no meu trabalho. Essa prática me permite observar mais de perto alguns aspectos que vou comentar neste texto. Adianto que estes aspectos não são referentes apenas a norma em si, mas também sobre os usos e entendimentos que se fazem (ou não) dela. Continuar lendo
E se uma pessoa chegasse hoje, agora, nesse exato minuto, na biblioteca onde você trabalha procurando livros escritos por mulheres? De quantas escritoras diferentes você teria obras para oferecer? Quão variados seriam os temas e gêneros dessas obras? Quão diverso seria o perfil dessas escritoras?
Sim, porque se tem uma coisa que nós, mulheres, não somos é pasteurizadas, homogêneas, portanto, nossa escrita também não é pasteurizada, homogênea. Assim como nós, ela é plural. Assim como ela, o acervo das bibliotecas também deve(ria) ser.
Me peguei pensando nisso dia desses e resolvi compartilhar esse questionamento com vocês. E aí, quantas?
Uma das qualidades que mais aprecio nas pessoas é a capacidade de saber quais são seus pontos fortes e fracos. Considero essa qualidade indispensável para ser um bom profissional, mas pouca gente tem a capacidade de fazer essa auto-avaliação de maneira sincera.
Se você sabe no que é bom pode investir nisso e usar essas competências como seu cartão de visitas. Provavelmente seus colegas vão associá-las a você, vão dizer que elas são a sua cara. Invista nelas! Torne-se cada vez melhor no que você já domina. Sério! Não tenha medo de ser referência e de dizer “sim, eu sou bom em determinado tema ou atividade”. Dito assim parece arrogância, né? Mas se você consegue fazer algo e faz esse algo bem, qual o problema em admitir isso? Continuar lendo
Eu sou uma pessoa atrapalhada e óbvio que essa característica também se reflete na bibliotecária que sou, ou seja, sou uma bibliotecária atrapalhada.

Como diria a Dory: “Continue a nadar, continue a nadar…” Fonte da imagem: Pixabay
Ser uma bibliotecária atrapalhada significa, dentre outras coisas, derrubar incontáveis vezes os bibliocantos – perturbando assim o sagrado silêncio da biblioteca – gaguejar horrores, não ter metade do glamour e seriedade que deveria ter e, ao bancar a cerimonialista de um evento, trocar o nome da própria oficina que irá ministrar. Pois bem, essa sou eu e sou culpada de todas essas coisas. Continuar lendo
Hoje é Dia do Bibliotecário/a e resolvi passar por aqui para te fazer uma perguntinha: Quem inspira você profissionalmente?
Podem ser bibliotecários/as do passado e do presente. Podem ser (ex-)professores. Podem ser colegas de curso. Pode até ser um profissional que não seja da área de Biblioteconomia. O importante é que essa pessoa te ajude a encontrar equilíbrio na sua profissão e contribua para despertar o melhor que há em você.
A inspiração pode começar de muitas formas. Alguém pode ser inspirador (pra você) por uma série de motivos. Continuar lendo
Minha memória não é exatamente meu ponto forte. Sou uma fisionomista razoável, mas tenho um problema para lembrar nomes, endereços, telefones, números de classificação, etc, etc, etc… Mas tem uma coisa que lembro com facilidade: livros cuja leitura me conquistou.
E hoje eu vou falar de uma dessas leituras: Sociedade e Biblioteconomia, do Oswaldo Francisco de Almeida Júnior. Esse livro é formado por textos escritos entre o fim da década de 1980 e início da década de 1990 e tratam da nada simples e pouco poética relação da Biblioteconomia com a sociedade brasileira. Continuar lendo
Faz um tempinho que estou tentando decidir para onde vou viajar nas minhas férias. Porém, independente de pra onde eu viaje é muito provável que vá encontrar, ao menos, uma biblioteca para visitar. Porque essa é uma das coisas que faço em toda viagem: visito bibliotecas.
Nem sempre essa experiência é agradável. Muitas vezes me deparo com situações de abandono, como a enfrentada pela Biblioteca Municipal de Olinda, a terceira mais antiga do Brasil e que fica num prédio que, apesar do descaso, ostenta charme ou a reforma mais que arrastada da Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel, aqui em Fortaleza. Outras vezes vou a lugares encantadores como a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, mas apesar de ter adorado a visita a Biblioteca Brasiliana não é o tema dessa postagem. Continuar lendo
Certa vez ouvi que “os bibliotecários são super-heróis todos os dias”. É uma frase bem bacana e que, com certeza, muita gente acha o máximo e considera uma boa descrição da profissão de bibliotecário.
De fato, nós bibliotecários desempenhamos muitas e diferentes funções. Funções essas que vão desde ensinar um usuário a buscar e encontrar livros no acervo até a gestão da biblioteca em si. Costumo dizer que pra bibliotecário não falta o que fazer numa biblioteca. É trabalho sem fim. Talvez por isso muita gente se considere um super herói. Continuar lendo