TED para bibliotecários/as

TED – abreviatura, em inglês, de Technology, Entertainment, Design – é uma série de palestras realizadas em diversos países pela fundação Sapling. Atualmente, as palestras abordam praticamente todos os aspectos da ciência e da cultura, sempre com pessoas cuja experiência e atuação é considerada inspiradora. A seguir listo alguns TED cujo conteúdo é especialmente interessante para bibliotecários/as.

Brewster Kahle: A free digital library: Nesse vídeo de 2007, porém ainda atual, Brewster Kahle fala um pouco sobre as ideias por trás do Internet Archive e sobre a importância da preservação e acessoa gratuito a informação. Continuar lendo

Incrementando a caixa de ferramentas

Um tempo atrás escrevi uma postagem falando de algumas ferramentas online simples e gratuitas (ou quase) que podiam ajudar os bibliotecários. Hoje vou falar de outras ferramentas que podem deixar seu dia a dia pessoal e/ou profissional muito mais simples.

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Sempre é tempo de adicionar novos utensílios a sua caixa de ferramentas. Fonte da imagem: Pixabay 

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Notas sobre Biblioteca Universitária e Biblioteca Especializada

A Biblioteca Universitária (BU) e a Biblioteca Especializada (BE) compartilham com os demais tipos de bibliotecas as funções básicas de armazenar, organizar e disseminar informações. 

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Estantes de livros vistas sob ângulo de câmera baixa. Fonte: Pixabay

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#Resenha – Aplicativo da Classificação Decimal de Dewey (CDD)

Sim, você leu certo. Essa postagem é a “resenha” de um aplicativo.

A Classificação Decimal de Dewey (CDD), do inglês Dewey Decimal Classification (DDC), é um sistema de classificação desenvolvido pelo bibliotecário estadunidense Melvil Dewey. Esse sistema está entre os mais populares do mundo e foi a base para o desenvolvimento de outras classificações famosas, como a Classificação Decimal Universal (CDU).

Sendo uma classificação muito popular é esperado que surjam ferramentas para facilitar o acesso a classificação. Exemplo disso é o aplicativo Micro Dictionary – DDC disponibilizado para download gratuito, pelo IG Publishing, na Google Play. Continuar lendo

O Pinterest e a criatividade nas bibliotecas

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Logomarca do Pinterest.

O Pinterest é uma mídia social baseada no compartilhamento de imagens e que se autoproclama o catálogo mundial de ideias. E olha, tendo a concordar. 🙂

Diferente do Instagram – outra rede social onde muita gente expõe sua criatividade em fotos – o Pinterest não visa somente o compartilhamento de fotografias tiradas pelos usuários, mas também o de imagens anteriormente compartilhadas em qualquer site na Internet. Continuar lendo

Ona Šimaitė: uma bibliotecária na Segunda Guerra

Ona Simaite, apie 1956 m. Paryzius.

Fotografia preto e branco de Ona Šimaitė. Fonte: Arquivos do Yad Vashem.

Nascida na Lituânia em 06 de janeiro de 1894, Ona Šimaitė trabalhava como bibliotecária na Universidade de Vilnius e usou seu posto como desculpa para realizar uma série de ações durante a Segunda Guerra Mundial que resultaram no salvamento de crianças e na preservação de importante patrimônio documental.

Ona ia aos portões do Gueto de Vilna quase que diariamente durante cerca de três anos e usava a desculpa esfarrapada de que pretendia recuperar livros da biblioteca universitária onde trabalhava que haviam sido emprestados a estudantes judeus a fim de entrar no gueto. Durante essas visitas, ela contrabandeava para dentro do gueto alimentos, correspondência e outros artigos de primeira necessidade, além de armas usadas para lutar contra os nazistas. Continuar lendo

Tabela PHA: história e modos de usar

As bibliotecas adotam variados sistemas de classificação e organização para seus acervos. Mesmo com as variações nesses sistemas é comum que cada obra do acervo possua um número de chamada. Segundo Cunha e Cavalcanti (2008, p. 263) esse número é o “conjunto de símbolos que identificam cada um dos itens do acervo e permitem seu arranjo nas estantes […]”. O número de chamada, normalmente, é composto pelo número de classificação (CDD, CDU, por exemplo) e pelo número correspondente ao sobrenome do autor.

O número que corresponde ao ponto de acesso principal – normalmente, o sobrenome do autor – e que ajuda a formar a notação de autor é extraído de sistemas (listas) alfanuméricos específicos. O mais famoso desses sistemas é a Tabela Cutter-Sanborn ou simplesmente Tabela Cutter. Essa tabela, adotada em bibliotecas do mundo inteiro, foi elaborada pelo bibliotecário Charles Ammi Cutter tendo por base os sobrenomes de língua inglesa. Isso não impede que, apesar das diferenças linguísticas, essa tabela seja adotada por bibliotecas de países que não tem o inglês como língua oficial. Continuar lendo

#NEWS – Evento para editores e lançamento de livro

Nota

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Capa de “The new librarianship field guide

Em um período tão tenso é sempre bom poder compartilhar boas notícias. Então aqui vão duas que acho que vocês podem curtir. A primeira delas é o 1º Ciclo de Formação de Editores que vai rolar na UFMG. Esse evento é uma ação da Política do Portal de Periódicos da UFMG, acontece dia 18 de maio e as inscrições estão abertas para todos os interessados.

A segunda notícia é o lançamento de um novo livro do David Lankes, autor do ótimo Vamos pensar juntos uma nova Biblioteconomia? O novo livro intitulado The New Librarianship Field Guide, ainda sem tradução para o português, está disponível para venda na Amazon.

Ideias emergentes em Biblioteconomia – Resenha

PRADO, Jorge do (Org.). Ideias emergentes em Biblioteconomia. São Paulo, SP: FEBAB, 2016.

No começo desse ano apareceu um link na minha timeline que de cara chamou minha atenção. O link, compartilhado pelo Jorge do Prado, remetia para uma página que anunciava o breve lançamento de um livro intitulado Ideias emergentes em Biblioteconomia. Me inscrevi para receber informações sobre o desenvolvimento do projeto e alguns dias depois, recebi uma mensagem avisando que o livro já estava disponível pra download.

Download realizado, comecei a ler o livro e curti a leitura de todos os capítulos. Inclusive daqueles que abordam questões que não estão relacionados a questões que despertam meu interesse direto. Os capítulos tem o tamanho exato para te apresentar os pontos principais de cada tema abordado, problematizá-lo e te deixar motivado a pesquisar mais conteúdo sobre os temas abordados. Continuar lendo

Minha experiência com o Google Livros

Dia desses estava flanando pelo Twitter e me deparei com um texto da Lady Sybylla com dicas para ler mais e melhor. Como sou alguém que, apesar de significativos e recentes avanços, ainda tem uma pilha de coisas acumuladas para ler fui conferir as lista. Pois bem, algumas das dicas listadas pela Sybylla eu já pratico, mas a leitura do texto dela me fez pensar sobre uma coisa que passei a fazer no começo desse ano e que me ajudou a otimizar meu tempo e a ler mais: usar o Google Livros para ler meus arquivos pessoais.

Explico.

googlelivros

Tela inicial do Google Livros

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