Obras de referência para profissionais da informação

Como prometido, a postagem de hoje trata das obras de referência cujo conteúdo foca em uma ou mais ciências da informação. Se você chegou agora pode querer dá uma olhada na postagem em que explicamos o que são obras de referência.

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Informação? É por aqui, sr(a) Fonte da imagem: Pixabay

As obras de referência podem assumir diversos formatos, mas no caso da biblioteconomia, arquivologia, ciência da informação e áreas afins uma boa parte das obras de referência existentes assume o formato de dicionário ou glossário. Então vamos a elas!

CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira. Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2008. 451 p.

554615_AmpliadaQuem frequenta o Estante de Bibliotecária já se deparou com citações da obra Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia. Na verdade foi essa obra a inspiração pra criação da “seção” #BiblioTermos aqui no blog. Esse livro reúne os principais termos de ambas as áreas e os verbetes foram elaborados a partir de um excelente referencial teórico. O que mais gosto é o fato das definições serem na medida, nem curtas nem extensas demais, além das várias remissivas que a obra possui.

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#BiblioTermos – Obras de Referência

Se você já frequentou alguma vez na sua vida uma biblioteca talvez tenha se deparado com as chamadas obras de referência. Talvez elas até estivessem guardadas num espaço diferente dos outros livros que integravam o acervo e você não pudesse pegá-las emprestado. Mas afinal, o que é uma obra de referência?

As obras de referência, também denominadas de documento de referência, livro de consulta, reference book, quick-reference books, reference material, reference source ou reference work, são definidas como “documento que fornece acesso rápido à informação ou às fontes de informação sobre um assunto […]” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p. 266). Essas obras são majoritariamente de consulta e visam, principalmente, sanar pequenas dúvidas e/ou remeter para obras que forneçam uma explicação mais detalhada acerca de um tópico. Continuar lendo

Quem inspira você?

Hoje é Dia do Bibliotecário/a e resolvi passar por aqui para te fazer uma perguntinha: Quem inspira você profissionalmente?

Podem ser bibliotecários/as do passado e do presente. Podem ser (ex-)professores. Podem ser colegas de curso. Pode até ser um profissional que não seja da área de Biblioteconomia. O importante é que essa pessoa te ajude a encontrar equilíbrio na sua profissão e contribua para despertar o melhor que há em você.

A inspiração pode começar de muitas formas. Alguém pode ser inspirador (pra você) por uma série de motivos. Continuar lendo

Biblioteca universitária: elementos para o planejamento, avaliação e gestão – Resenha

LUBISCO, Nídia (Org.). Biblioteca universitária: elementos para o planejamento, avaliação e gestão. Salvador, BA: EdUFBA, 2011.

 

Terminei a leitura desse livro umas três semanas atrás, mas só agora encontro tempo para escrever uma postagem sobre ele. O livro “Biblioteca universitária: elementos para o planejamento, avaliação e gestão”, organizado pela Nídia Lubisco é uma fonte ótima de conteúdo para quem se interessa (estuda, trabalha, pesquisa) por questões relativas a biblioteca universitária.

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Capa do livro “Biblioteca universitária: elementos para o planejamento, avaliação e gestão”. Fonte: Repositório da UFBA

O que mais gostei foi a possibilidade que o livro oferece de aprender com os relatos de experiência de outros profissionais. Os pontos de partida práticos e os referenciais teóricos são diversos, então se você procura ideias, exemplos ou uma luz para sua monografia sobre avaliação no contexto da biblioteca universitária esse livro tem que entrar na sua lista de leitura. Continuar lendo

Biblioteca Pública: avaliação de serviços – Resenha

ALMEIDA JUNIOR, Oswaldo Francisco de. Biblioteca Pública: avaliação de serviços. Londrina: Eduel, 2013.

 

No começo desse ano estabeleci para mim uma meta de leitura ambiciosa e um dos livros que integravam a lista de leitura era Biblioteca Pública: avaliação de serviços, do Oswaldo Francisco de Almeida Junior.

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Capa de “Biblioteca Pública: avaliação de serviços”

Já comentei aqui no blog que o primeiro livro de Biblioteconomia que li era uma obra do Almeida Junior e desde esse primeiro livro as ideias e a escrita elegante, firme e certeira dele me encantam. Gosto muito do modo como ele expõe as ideias e organiza o texto. Não fica uma ponta solta na argumentação. Quem sabe um dia eu chegue nesse nível.

Mas voltando ao livro em questão. O foco, como o próprio título indica, é a avaliação do serviço de referência no contexto das bibliotecas públicas brasileiras. Almeida Junior dedica toda primeira parte da obra a tratar da história, conceituação, importância e atividades relacionadas ao serviço de referência. Ele faz um amplo levantamento bibliográfico e discute cada ponto desse levantamento. Portanto, se você se interessa pela temática do serviço de referência a leitura de, ao menos, a primeira parte desse livro é quase que obrigatória. Continuar lendo

Ferramentas que facilitam a vida

Tenho passado bastante tempo online e também tenho me aventurado por áreas fora da minha zona de conforto. Isso fez com que eu conhecesse e/ou passasse a utilizar mais algumas ferramentas. Na postagem de hoje vou falar de algumas dessas ferramentas que tem facilitado MUITO a minha vida.

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Boas ferramentas facilitam nosso trabalho. Fonte: Pixabay [Descrição: Ferramentas dispostas sobre fundo rosa e azul]

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Desapega! Desapega! Ou como em 2015 eu… Doei livros

O ano que passou foi aquele no qual, dentre outras coisas, eu decidi trabalhar o desapego. Foi um processo longo – durou o ano inteiro! [e continua, pois é algo que se leva pra vida] – e causou estranhamento em muita gente, mas foi uma das coisas mais legais que fiz em 2015.

Vocês devem está se perguntando porque estou falando de desapego aqui no blog, pois explico. Um dos pontos nos quais foquei durante esse processo foi aprender a me desfazer dos meus LIVROS.

Sim, você leu direito. Eu me desfiz de boa parte dos meus livros. Na verdade, devo ter doado uns 150 exemplares aproximadamente. Digo doar porque eles não foram só para amigos e conhecidos [ou nem tanto], mas também para bibliotecas. Um colega de outro estado levou uns 15 para uma biblioteca comunitária da cidade dele. Continuar lendo

2016 começa com lista de leitura

O ano de 2016 acaba de começar e com ele começa minha meta de leitura. Confesso que estive meio relapsa em relação a isso nos últimos tempos – na verdade, estive relapsa em relação a muitas coisas – o que não faz nada bem para minhas metas a médio prazo e nem pro blog, mas esse ano isso vai mudar.

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Pessoa lendo utilizando e-reader. Fonte: Pixabay

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#BiblioTermos – Protocolo Z39.50

Já falei em outras oportunidades aqui no blog que minha memória não é minha maior qualidade, mas vez por outra ela me surpreende e se lembra de coisas com uma nitidez impressionante.

Entre essas memórias surpreendentes estão algumas das questões de uma prova de concurso que realizei em 2013. Mais surpreendente ainda é o fato de eu ter me lembrado de um comentário, feito em 2010, por uma professora e que falava justamente do tema abordado na questão. A questão e o comentário da professora faziam referência ao Protocolo Z39.50.

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Questão de concurso sobre o Z39.50

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